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Se tivessem tido um bateria como deve ser, teriam ascendido ao mais alto patamar do Olimpo. Se não fossem eles teria sido o incompleto rapaz das aldeias insensatas. O que não diz quando sente a certeza das oblíquas afectividades avulsas. A sua presença foi alimento para almas esfomeadas na periferia do rebanho.
A revolução doi quando preenche os espaços vazios da solidão. Doi e corrompe a podridão do determinismo social.Do abjecto soluçar de deus.
Quando fundei este blogue o objectivo era, e está escrito, dar a conhecer alguns escritos que tenho lavrado no duro chão do papel branco. Aliás gritei-o ao mundo cibernético ( sem grande eco mas solenemente) que iria editar um livro de contos, um livro de poemas e, imaginem, um romance. O conjunto de contos a que apelidei "Transeuntes", aí está em linha e é só ir às Tags e carregar na respectiva. Orgulho-me do que lá está postado embora os meus amigos não compreendam lá muito bem. Também não é para compreender. É para perguntar. Para questionar as vidas e o quotidiano de tristezas que nos atravessa e peia. Mas, modéstia à parte , é o melhor que já alguma vez escrevi e penso que tem qualidade. Quanto ao blivro de poesia, vamos atrasados mas vamos indo. Chegarei certamente a bom porto. Por "Transeuntes", dou a vida. Por "Partículas", apenas as mãos. Quanto ao romance, estamos a escrevê-lo mas... Um romance precisa de tempo, muito tempo, e eu não o tenho. Um conto sai de rompante e o papel só tem de apará-lo. Um poema escreve-se no café. Um romance, pelo que vou constatando, escreve-se numa vida e mesmo assim não estou certo.A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.