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Depois de um interregno para as azeitonas, conclui hoje, 26 de novembro, a já longa campanha da alfarroba. Como sempre executei a minha tradicional dança da adiafa, famosa por estes campos do barrocal sotaventino, que, por piedade, e pudor, diga-se em abono da verdade, não vos vou deixar em testemunho. Para o ano, se a paciência e a idade mo permitirem, haverá mais. Não há fim algum. Aquilo que alguns julgam ser o derradeiro, não é senão o princípio de uma outra coisa qualquer. Haja saúde!
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