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Terça-feira, 9 de Março de 2010

mentes brilhantes

Portugal tem dificuldade em fabricar gente normal. Homens e mulheres simples, com vidas rotineiras e hábitos à partida tão banais que contagiam de felicidade quem os tem. Em Portugal só nascem iluminados transformados em agitadores da genialidade quando nem chegaram à idade adulta. Bom, quando lá chegam, tenham medo, tenham muito medo do que dali pode sair. Portugal é um país que se contenta com mitos: o mito da grandeza, o mito da língua, o mito da genialidade. Nunca há gente simples; só mentes brilhantes capazes de tudo para orientar o nosso caminho, sem nunca terem a coragem de sujar os calções - se eu estou a falar no Néné, por favor, lavem-me esta boca com sabão macaco. A genialidade é um peso que carregam. Um estorvo que partilham com os demais. Uma poção mágica que bebem e que os faz querer ser Obélixes a toda a hora. Nunca se apercebem do ridículo que é o auto-retrato: nem toda a gente tem o talento de comer javalis às pazadas. A genialidade não é para todos, muito menos para quem assim se considera. É crescer e aparecer, meus caros.



Bernardo Pires de Lima às 12:19 | link do post
sinto-me:
publicado por vítor às 23:00
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

O Grande Portugal

 

 

Ontem e hoje, em ditadura ou democracia, a mesma luta.

 

Só se põe em bicos de pés quem é verdadeiramente minorca.

sinto-me:
música: Ai Portugal, Portugal - Jorge Palma
publicado por vítor às 12:17
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

O Glorioso no Império do Meio

 

Perante o espanto dos dragões nas terras do sol nascente, O Glorioso, O Grande, O Maior ilumina (como um "lampião" que se transforma no Farol de Alexandria) os céus de Oriente a Ocidente: Nelson Évora, medalha de ouro, no triplo salto; Vanessa Fernandes, medalha de prata, no triatlo e Angel Di Maria, ouro ou prata, no futebol. Maior que o país, O Glorioso consegue mais medalhas do que o próprio país de que é a alma.

sinto-me:
música: Ser benfiquista
publicado por vítor às 15:36
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Vanessa, Vanessa, Vanessa

sinto-me:
publicado por vítor às 00:51
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Foi só um jogo de futebol

 

É arrasador... mas apenas mais um jogo de futebol.

 

Agora, que vença a laranja mecânica. Não é por estarem  a jogar um futebol mágico, porque elevam a arte aos píncaros da genialidade, é porque a Holanda sempre foi  a minha segunda selecção.

 

PS: Não há nada totalmente mau. Escapei-me a uma caravana barulhenta até às tantas. Os filhotes, que já tinham bandeiras e cascóis preparados, é que ficaram de beicinho... 

PS1: Esta enorme desilusão tornará mais fortes as emoções que O Glorioso trará aos seus crentes na próxima temporada. A primeira missa será no Torneio do Guadiana, em Vila Real de Santo António, já em Julho. Lá estarei mais os dois crentes cá de casa.

sinto-me:
música: Uma certa música de Luís Piçarra...
publicado por vítor às 23:13
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Barcelona, um país adiado




Barcelona, a cidade modelo, a cosmopolita do sul, a luz do Mediterrâneo, está de pantanas: apagões eléctricos, quedas de edifícios devido a construções no metro, aluimentos de terras e outras confusões no comboio de alta velocidade (AVE), painéis do moderno aeroporto de El Prat ensandecidos, trânsito caótico, crise política e identitária (nacionalistas contra centralistas, republicanos contra monárquicos, separatismo crescente, queimas de símbolos reais, ausência de maiorias fortes no governo, coligações contra natura com os governos de Madrid) e até, vejam só, crise no grande embaixador da cidade e da Catalunha, o grande "Barcelona".

Parece , e é, um mega problema capaz de levar uma pequena nação à depressão mais profunda e irreversível.

Que caminhos trilha a nossa irmã Catalunha?

Por muito menos afunda-se  Portugal no divã há mais de uma década.
música: Barcelona
publicado por vítor às 23:53
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Domingo, 21 de Outubro de 2007

Referendo e populismo


Este é um blogue de esquerda. Todos os que por aqui passam o sabem. No entanto vou desiludir muitos com este post .

 

Sou contra referendos. Ou melhor, acho que referendar algo só em casos verdadeiramente excepcionais e mesmo assim com reticências. Tipo:

Concorda com a integração de Portugal em Espanha, passando a constituir uma das suas regiões autónomas?

Ou, Concorda com a reintrodução da pena de Morte em Portugal?

Ou ainda, Concorda com a restauração da monarquia em Portugal?

 

Como estas questões seriam sempre raras, estapafúrdias  e excepcionais, sou, em regra, reafirmo, contra referendos.

 

Acredito na democracia, confio na representatividade dos eleitos para decidir e aceito a vontade da maioria dos representantes na Assembleia da República.

 

Em tempos de populismo e de desconfiança em relação aos eleitos e aos políticos em geral, penso que ainda é mais pertinente a negação do poder dos referendos. E os políticos são como os outros profissionais. Há bons, maus e assim-assim. Ainda por cima têm que ter uma cachola que poucos possuem e aguentar com todo o tipo de enxovalho sem poder, quase, responder. Alguém imaginaria um ministro a chamar mentirosos e corruptos a sindicalistas?  Os políticos têm de mentir algumas vezes e outras de ocultar as suas verdadeiras vontades. E isso é próprio do seu difícil ofício. Quem ganharia eleições se dissesse que ia congelar salários, aumentar impostos ou fazer outras malvadezas do género? E que poderia um ministro responder a um jornalista perante uma pergunta do género: É verdade que Bin Laden introduziu no país operacionais da Al- Qaeda e se prepara um violento ataque terrorista? Claro que iria dizer que não era verdade, que o país estava perfeitamente calmo e em segurança e que a polícia controla qualquer actividade que ponha em causa a segurança dos cidadãos. Mesmo sabendo que era mentira e que o risco de atentado era elevado. Outra resposta poderia dificultar os trabalhos das polícias e levar o pânico às populações.

 

Voltando aos referendos. Estes são uma verdadeira arma nas mãos de políticos populistas. Estou até convencido que num referendo sobre a pena de morte se correria o sério risco de ver ganhar a hipótese da sua reintrodução.

 

Vem tudo isto a propósito de referendar ou não o tal de Tratado Reformador (seja ele constitucional ou não). Sou profundamente contra. Compreendo perfeitamente os argumentos (cínicos ) do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda. Num referendo iriam capitalizar os votos contra, que seriam sobretudo votos contra a situação económica, as medidas anti-sociais do governo e o medo da perda de soberania nacional. Com os partidos de centro-direita apostados na aceitação do tratado, era só facturar. Esta última ( a questão da soberania e da independência nacional)que constitui um logro obeso e facilmente desmontável. Quanto mais integração maior é a força de um pequeno país como é o caso de Portugal. Na comunidade podemos fazer ouvir a nossa voz e influenciar o nosso destino, aqui e no mundo. Sós, ninguém nos ligaria. Foi sempre assim. A nossa independência e a nossa soberania foram bem sentidas aquando do Ultimato inglês, em 1890, ou perante a invasão dos territórios de Goa; Damão e Diu. Inversamente, foi o peso da União europeia que nos ajudou a impor os nossos interesses na questão de Timor.

 

música: Nona Sinfonia
publicado por vítor às 00:54
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

Suas Altezas em leito púrpura

 Suas Altezas, os príncipes das Astúrias (belas terras),  a contribuir para a subida da natalidade na Ibéria. Juiz espanhol proíbe e manda confiscar as revistas. Será que não gostou da posição dos intervenientes?

Lembram-se dos cartoons dinamarqueses sobre Maomé?

Se fosse aqui no rectângulo-em-pé o que não seria de bradar aos céus!: que já não havia liberdade, que a censura estava aí de lápis azul again , que a liberdade de imprensa estava condenada ( como reagirá Balsemão a isto sendo tão amigo da família real espanhola), que...que...que...

Como seriam recebidos em Espanha uns Gatos Fedorentos a parodiar a família real? Seriam proibidos ? Presos? Com o supra precedente, fico nas dúvidas. Em Portugal, onde parece não haver liberdade, estão na berra e na estação pública. Do estado! Aliás foi nela que mais se gozou com o nosso mais conhecido engenheiro. O, segundo alguns, mandante na dita cuja RTP. Confuso não.

Assim não vais lá José! (o Saramago, é claro).
publicado por vítor às 22:41
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

O homem não tinha escrito há muito a jangada de pedra?



Então,  já não se pode ter direito à opinião livre? Eu, que irracionalmente  detesto tudo o que é castelhano e que me delicio com uma derrota da selecção espanhola com os longínquos checos ou japoneses, não percebo como é que toda a gente cai sobre o homem. Se dissesse que Portugal se iria integrar no Magreb não seria mais esquisito?

Depois admiram-se de termos a direita que temos. Temos?! Ainda existe?
música: Eu tenho dois amores
publicado por vítor às 22:47
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