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Terça-feira, 9 de Outubro de 2012

todos os sonhos são possíveis...



Estou cá com uma fezada para o nobel da literatura este ano...
sinto-me:
publicado por vítor às 22:09
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

intermitências da vida

 

O panorama da literatura portuguesa é um deserto bem árido. Nesse deserto emergem, raras vezes, oásis flamejantes que se projetam na história da literatura universal. Esses oásis disfarçam a mediocridade dominante. Com os dedos de uma só mão contaríamos os génios da literatura universal que também o são da  literatura  portuguesa. Temos Luís de Camões, temos o maior poeta que se passeou na crosta da Terra, Fernando Pessoa,  e temos José Saramago. O resto é paisagem. Por vezes indistinta. Rasa e nula.

Hoje, desapareceu fisicamente o maior prosador da língua portuguesa e um dos maiores da literatura universal. Chamava-se  José. A plateia pateou-o muitas vezes. A genialidade é desassossegante e o desassossego é a morte do burguês. A literatura portugesa é burguesa. Contentinha e vaidosa. Auto-satisfaz-se e não arrisca. É um mundo de palmadinhas nas costas e de apresentações de uns para outros e de outros para os mesmos. Hoje é um dia verdadeiro. Todos vão tentar ser seus amigos. Todos irão esbarrar com a morte que traz a eternidade.

sinto-me:
publicado por vítor às 22:53
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

o estrangeiro

Este foi um dos homens mais importantes da minha adolescência. Morreu há 50 anos.

publicado por vítor às 18:25
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

os animais da cabeça (cena II)

 

 

Trabalho gráfico e audiovisual de Adão Contreiras, um dos algarvios que o ALLgarve censura por omissão.

sinto-me:
publicado por vítor às 21:57
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

4 Águas na cidade

Sexta- Feira lá subirei, com muito custo, à cidade. Dever de editor.  Só por isso abandono o meu sagrado  eremitério. E mesmo assim, até ver...

 

 

Apareçam!

sinto-me:
publicado por vítor às 21:09
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Sábado, 25 de Agosto de 2007

Eduardo Prado Coelho

eduardo_prado_coelho.jpg

 

Conhecia-o de vista na FCSH , da Nova. Era um sucesso entre os alunos ( sobretudo entre as alunas). Infelizmente não pertencia ao corpo docente que tínhamos em Antropologia.

 

Mais tarde tornei-me seu amigo através das crónicas diárias no nosso Público. Como amigos verdadeiros, nem sempre concordávamos.

 

Agora, vou sentir o vazio de uma incompreensível ausência. A ausência do verbo...

música: Requiem Alemão de Brahms
publicado por vítor às 22:26
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