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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

Obviamente demita-se


(retirado do Blasfémias)

Ao sr.  José Manuel Fernandes, ilustre director do Público, só lhe restava, no mínimo, uma saída digna: obviamente demitir-se!

Tão feroz defensor do rigor e da excelência de políticos e, sobretudo, de funcionários públicos, depois da manchete do Público de 2ª Feira ( em que revelava e relevava a vitória de Hugo Chavez no referendo) só este seria o caminho se ainda tivesse alguns restos de vergonha.

Pelos vistos, e utilizando uma metáfora muito do seu gosto, "a culpa vai morrer solteira".
publicado por vítor às 22:27
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Sábado, 10 de Novembro de 2007

A velhice do homem novo



A propósito da intervenção do estado na nossa livre escolha e nas interferências na nossa saúde em prol de um homem novo, Vasco Pulido Valente no seu melhor,  hoje no Público,

(...) Imagino muitas vezes quem, de facto, quererá um mundo sufocante e asséptico, obcecado com a "saúde"? Gente, como é óbvio, com pouca imaginação. Por mais forte que seja o culto e a idolatria do corpo, a velhice chega. E, com ela, a irrelevância, a obsolescência, a solidão. Esta sociedade de velhos trata muito mal os velhos. A ideia (e a propaganda) de uma adaptação contínua é uma grande e cruel mentira. Os velhos são um embaraço. Um peso que se atura, que se arruma num canto, que se mete num "lar".
Setenta anos de esforço para durar acabam num limbo `a margem da verdadeira vida, quando não acabam no sofrimento e na miséria.
O Ocidente está a criar um inferno. Por bondade, claro."

Na mouche !
publicado por vítor às 22:26
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

O homem não leu a Concordata?



Com um primeiro assim tão crente não admira que o país se salve. Já Paulo Portas nos salvou do naufrágio do Prestige com a nossa senhora de Fátima. É de políticos assim que a malta precisa. E depois discutimos tanto o véu da primeira dama da Turquia.

PS: Até a mulher que mais odeio no momento se portou muito melhor. O ar de beata ninguém lho tira mas ao menos é discreta...
música: Aleluia
publicado por vítor às 00:19
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Sábado, 25 de Agosto de 2007

Eduardo Prado Coelho

eduardo_prado_coelho.jpg

 

Conhecia-o de vista na FCSH , da Nova. Era um sucesso entre os alunos ( sobretudo entre as alunas). Infelizmente não pertencia ao corpo docente que tínhamos em Antropologia.

 

Mais tarde tornei-me seu amigo através das crónicas diárias no nosso Público. Como amigos verdadeiros, nem sempre concordávamos.

 

Agora, vou sentir o vazio de uma incompreensível ausência. A ausência do verbo...

música: Requiem Alemão de Brahms
publicado por vítor às 22:26
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Sábado, 11 de Agosto de 2007

Jornalismo a martelo

Hoje no Jornal da Tarde da RTP três pérolas na mesma peça. A propósito de um jogo do Barcelona contra uma equipa de Hong Kong: "....o Barcelona ainda lhes pôs os olhos mais em bico..., ... ficaram com um sorriso amarelo..." e, a propósito da exibição de Eto'o , jogador africano do Barcelona, "... uma lança na ... Ásia..."

Eu sei que é jornalismo desportivo e, em Portugal, não é para ser levado a sério mas, como dizia o outro, haja topete!
publicado por vítor às 19:39
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007

Um Alibi Perfeito

Quando me encarregaram do caso, incidi as primeiras suspeitas sobre mim próprio. Incrível!, disseram os jornalistas. Só quando provei que estava em Honolulu, no dia do horrendo crime que se tinha perpetrado nas longínquas areias do Algarve, fiquei descansado e encaminhei as engrenagens  na direcção de outras linhas de investigação.

Fantástico !!!!!!, aprovaram os jornalistas (sobretudo os dos directos televisivos).
sinto-me:
publicado por vítor às 16:43
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Domingo, 1 de Julho de 2007

Alguns ainda são...

No escrito anterior desanquei nos jornalistas (eu que já o revelei aqui, queria ser jornalista quando fosse grande). Aqui estou de novo, com a a corda ao pescoço, a revelar e a parabenizar alguém que  ainda não come na mão que depois a afaga e  convida a ser livre.

Mika Brzezinski recusou abrir o noticiário com a libertação dessa ave rara da estupidez mundial Paris Hilton .

Afinal ainda há coisas que não têm preço.
música: Born in the USA
publicado por vítor às 16:12
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Ser ou não ser eis a questão...

Os jornalistas são fantásticos. Vejamos só um caso: a mobilidade na função pública.

Enquanto o governo vai trilhando este caminho lentamente e tentando assobiar para o lado para ver se ninguém dá por nada, os jornais caem-lhe em cima acusando os governantes de medo e incapacidade de agir, onde a contestação é mais que certa.

Em termos jornalísticos está certo. O governo cumpre há que denunciar o incumprimento. Só que o que os jornais querem (aqui como em, infelizmente, todo o lado) é "sangue". Então incentivam o "sangue" a montante e vão, ainda, aproveitá-lo a jusante. Expliquemo-nos: depois de "denunciar" o incumprimento do governo e o ainda pequeno número de trabalhadores no quadro de mobilidade, vão entrevistar os coitados  que já lá estão (poucos, segundo eles a montante) expondo a triste sina de quem é atirado borda fora e as maldades a que foram sujeitos pelo governo.

É como  um adepto de um clube que ache bem que um atleta seja dispensado pelo treinador porque não rende e depois vá denunciar a sua triste sina de rejeitado criticando fortemente os responsáveis pela sua saída.

Preso por ter cão e preso por não o ter!
publicado por vítor às 15:28
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Sexta-feira, 2 de Março de 2007

Um Homem no Meio da Seara

A seara tinha-se feito linda, saudável e alta. O homem, no meio dela, confundia-se com a paisagem. Não parecia um homem, era um elemento da seara. Ninguém distinguia uma espiga da outra, uma cabeça de uma espiga dourada. Tudo era tudo,  nada também. O homem sentia-se despersonalizado e triste. A beleza da seara só era perceptível vista  de fora. Ondulando ao vento, a vegetação áspera provocava-lhe cócegas irritantes. A auto-estima individual diluía-se na murmurante multidão anódina.

O homem não aguentou mais: urrando ao vento esmagou a seara envolvente e emergiu uno e imperial. Na paisagem vislumbrava-se claramente uma figura humana erecta e besta. Um narciso reflectido na superfície polida da solidão.

 

P.S. Se a paciência não tivesse limites  tempos de ceifa viriam breves e o nosso homem tornar-se-ia ceifeiro e colheria as espigas prenhes de futuro.

 

publicado por vítor às 23:39
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Hara Kiri

Na semana em que o "Público" se revolucionou e apareceu forte e colorido, o Sr. Oliveira promove o hara-kiri da sua jóia da coroa, o DN. Não terá ainda percebido que um bom produto leva tempo a fazer,  ainda por cima, nestes tempos difíceis para o suporte papel?

Ou  será que prefere um produto tabloidizado , insonso e manso? A mim parece-me que sim!

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publicado por vítor às 18:40
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