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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Trovas do homem que caça

 

Depois de 30 anos de hibernação pelos veludosos sofás da assembleia, o homem acordou. Que era vaidoso e populista (redundância inútil) toda  a gente sabia.

Assistiu ao meter do socialismo na gaveta e nada disse. Viu o PS aliar-se com o CDS, e nada disse. Pertenceu ao governo do bloco central, e voltou a face às bandeiras negras da península de Setúbal. Conviveu com o socialismo beato de Guterres, e não estrebuchou. Pelo caminho votou a favor de todas as alterações legislativas que atiraram "as conquistas de Abril" para o caixote do lixo da história. O que se passou então?

A minha modesta interpretação é que quer ser presidente! E para ser presidente tem que fazer o pleno da esquerda como fez Soares na segunda volta.

 

Não percebo o que é  que o Bloco de Esquerda anda a fazer com o homem ao colo! Também quer eleger um presidente? Quer crescer de tal forma (com Alegre) que entrará de rompante para o governo? Não viu ainda que o homem quando ouve falar em casamentos homossexuais, todo é tremores frios e marialvismos. O campeão da liberdade. Não o criticava ainda há pouco como "beijador de estátuas"? Não o tem visto, pelo Alentejo fora, em coutadas de caça, atirar às perdizes ombro a ombro com Dias Loureiro?

 

Até como poeta, na minha modesta opinião, não escreve nada com interesse há 30 anos. Agora, para além de dissecar sistematicamente a sua coragem, apego às liberdades e à verdadeira esquerda (eu,eu,eu,...eu), em livros e nas televisões, rabisca ainda umas apologéticas linhas sobre os belos olhos da boga e as reluzentes penas das narcejas  e .. nada mais.

 

A minha esquerda é outra! Não embarca em oportunismos efémeros e serôdios. Em marialvismos popularuchos e sebastiânicos.

 

Os que comigo percorrem os caminhos nunca dormiram no aconchego da previsibilidade!

 

 

publicado por vítor às 18:59
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Quem quer um aeroporto à janela?




Parabéns gentes do Oeste e em particular da Ota.
publicado por vítor às 23:54
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Jesus e o Natal




(foto retirada do blogue A Poda de Árvores Ornamentais)


Não gosto nada do Natal e muito menos do "espírito de Natal". Penso que Jesus Cristo também não...
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publicado por vítor às 23:28
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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

Obviamente demita-se


(retirado do Blasfémias)

Ao sr.  José Manuel Fernandes, ilustre director do Público, só lhe restava, no mínimo, uma saída digna: obviamente demitir-se!

Tão feroz defensor do rigor e da excelência de políticos e, sobretudo, de funcionários públicos, depois da manchete do Público de 2ª Feira ( em que revelava e relevava a vitória de Hugo Chavez no referendo) só este seria o caminho se ainda tivesse alguns restos de vergonha.

Pelos vistos, e utilizando uma metáfora muito do seu gosto, "a culpa vai morrer solteira".
publicado por vítor às 22:27
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Futebol de plasticina



Na minha aldeia, os rapazes passavam os tempos livres a jogar futebol. Esses tempos livres infindáveis, sem televisão, play-station e computador, de  peladas de horas, só eram, timidamente, interrompidas pela temporada do pião, do berlinde e pelos jogos de férias como as coboiadas, as corridas de caricas e os Domingos na praia. O futebol era rei e senhor. Era também o responsável pelos maiores castigos maternais. Calças rotas, cabeças partidas e deslocações fora do alcance do grito da progenitora eram motivos para a  maior parte dos dramas que afligiam a pequenada. depois cresci e enfileirei no futebol a sério, federado!, no distinto ( e extinto) Clube Desportivo Tavirense. Para os fiéis e infiéis, "O Desportivo". Foram anos e anos, de infantil a sénior, até me mudar para a capital para o tal de curso da praxe.

Por isso o pontapé-na-bola entranhou-se-me nos genes. Sou um transgénico. E como estes, a minha constituição genética é-me contra natura e irreversível. Transgénico uma vez, transgénico para sempre. E o mal que isso nos traz...

Hoje transporto a infelicidade de 6 000 000 de tristes que como eu têm como deus "O Glorioso, O Inominável".  A nossa vida flutua ao sabor dos  Seus desempenhos nas várias competições. Eu, hoje, sou um ente derramado nas calçadas da vida. Um ser em decomposição,  em processo entrópico acelerado. Sei, porque creio, que grandes dias virão. Só por isso não vou até ao fim. Do fim.

PS1 : Faço 50 anos em 2008. Na Primavera. Tenho poucas certezas na vida, mas tenho a certeza que se tivesse jogado todos os jogos dO Glorioso em lugar do Nuno Gomes, teria mais golos marcados do que ele.
PS2 : O Camacho foi um grande jogador. Talvez o melhor ala esquerda  que já vi jogar. Num Real Madrid de luxo só superado pelo Ajax dos anos 70, uma equipa com um futebol extraterrestre e, até hoje, inatingível. Mas como treinador... concedo percebe tanto como eu de servo-croata.
PS3 : O que me custa é ter perdido com uma equipa que não jogou nada, que não mereceu ganhar e que vinha de uma goleada com uma equipa de segundo plano no futebol inglês actual e ainda por cima treinada por um espanhol desconhecido.
PS4: A jogar assim temo pelos meus dias futuros...
sinto-me:
publicado por vítor às 19:00
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Antropologia e o futuro

 

Jovem recém licenciado em Antropologia atira-se com ganas ao mercado de trabalho. Envia currículos , bate a portas, fala com amigos influentes, chega mesmo a abordar políticos  com provas dadas. Provas na arregimentarão de "colaboradores", claro está. Nada. Incompreensão, estranheza e mesmo desprezo. Desespera, quando, estaria a ver bem?, mesmo à sua frente uma miraculosa oferta de trabalho... Num circo espraiado pela clareira urbana: "Precisa-se empregado".

Não seria, certamente, o que almejava mas... circo, trabalho de campo, trabalho de campo, Antropologia. Ou não fosse a actividade circense um dos terrenos férteis da elaboração teórica dos estudos antropológicos. A ver vamos.

Contratado imediatamente, vê-se no interior da mastodôntica tenda ouvindo as características dos seu novo e primeiro trabalho. Ouve incrédulo. O seu trabalho consiste em se meter na pele de um leão e fazer-se passar por ele durante o espectáculo. Não... não será difícil e a segurança é um dos nossos lemas, o domador depois lhe dará as indicações mais específicas ao seu desempenho. Aceito, respondeu apalermado com o que dizia.

Depois da tal conversa técnica com o domador, lá se apresentou pela noite para a primeira representação. Quando ouve, pela instalação sonora, "e agora, vindo da mais impenetrável das florestas de África, o mais feroz dos ferozes animais do reino animal, o rei dos animais, o indomável leão das selvas por explorar", ainda lhe parece tudo um longínquo sonho difuso. Mas lá entra a caminho da jaula erguida no meio da arena. Debaixo dum aplauso sísmico, executa os números anteriormente combinados e executa rugidos medonhos ( ampliados por uma engenhosa aparelhagem sonora). Os aplausos redobram ribombantes. Confortam e facilitam os números desenvolvidos. Afinal, tudo parecia fácil e já se estava a ver, findo o forrobodó, a tomar notas no seu caderninho de bolso. Saltos por dentro de arcos em fogo, equilíbrios no topo de escadas e bancos de pernas altas, ascensões ao mastro espetado no meio da jaula e tudo caminha nos conformes dos conformes.

Eis senão quando se ouve pela já gabada aparelhagem " e agora um companheiro do nosso amigo das selvas, o feroz e inexcedível leão do deserto". E entra, jaula dentro um fabuloso leão, rugindo poderosamente, com uma juba portentosa e luzidia. Pelo sim pelo não, o primeiro leão trepou rapidamente pelo supra citado mastro central, e por lá ficou apreciando, como nenhum dos restantes espectadores, o desenrolar das acrobacias leoninas no terreno, passe o pleonasmo, térreo. Entraram ainda mais três magníficas feras mas o leão-empoleirado já não estava em estado de controlar o que se passava no rés-do-chão. Porém, com o passar do tempo foi acalmando. Afinal tudo não passara de um valente susto. O domador não iria repetir com nenhum dos felinos a subida ao erecto varão central. Afinal haviam-lhe dito que a segurança era a marca registada do circo. Crença de pouca dura. O descuidado domador incita o leão das areias a trepar até ao desgraçado, e já húmido, rei da selva. Cinicamente, dizia, para o cumprimentar. Quando sentiu o varejar do poste onde, de forma ridícula, se enrolava, começou a encomendar a alma ao criador. O rugido tremendo subia teatralmente, metro a metro. ao seu encontro e, quando já sentia o bafo na sua segunda pele, ouviu da tenebrosa boca do seu companheiro de artes "é pá, não há problema isto é tudo malta de Antropologia".

publicado por vítor às 23:23
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Eu hoje adormeci assim...

Como dizem a maior parte dos portugueses (e provavelmente os outros "eses" por esse mundo fora) inquiridos por um canal televisivo qualquer: não tenho palavras! Melhor que isto só a minha primeira participação num torneio federado de veteranos escalão 45/55 anos. Como outsider coube-me em sortes um cabeça de série. O resultado, de um jogo brilhante, foi de 6-0, 6-0. Adivinhem quem levou a taça...
publicado por vítor às 00:06
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

A miopia de Pacheco

O artigo de Domingo no Público de Pacheco Pereira é fantástico. Muito bem escrito! A conclusão, como diriam os Gato Fedorento, fraquinha. Mudando o nome do pasquim e extrapolando para qualquer país da Europa Ocidental, o artigo encaixava como uma luva e poderíamos retirar a mesma conclusão: o barco  encalhou no lodo viscoso do pântano.

Aliás só em países como o do Chavez poderíamos encontrar uma múltipla dinâmica fluvial, onde os diversos "barcos" percorrem velozmente canais de águas ora límpidas ora pantanosas, ora saltitantes e espumosas ora estagnadas e onde a realidade acontece a uma velocidade vertiginosa. Tão estonteante que resvala para o abismo numinoso, que revela a inquietude de um manicómio glamoroso. Os jornalistas que o digam. Correm para ele como moscas para a carne putrefacta . Nunca correriam assim atrás de Cavaco ou do ilustre desconhecido presidente da... Eslovénia.

Foi contra este barco parado nas densas águas do pântano que o Maio de 68 saiu à rua. Uma sociedade em estado comatoso mas onde foram atingidos os mais altos níveis de bem estar alguma vez experimentados por uma sociedade humana. Quem nos dera nos dias de hoje...
publicado por vítor às 23:25
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Há noites assim

Quando o desalento se apoderava de 6 000 000 de portugueses, a crença se esvaziava e se esperava mais do mesmo já vivido nos últimos anos, eis que surge uma noite quase perfeita: a lagartagem varrida pelos ventos do Norte, os tripeiros em sofrido empate na moirama amadorense e O Glorioso na Luz a cegar a Boavista. Para a perfeição só faltou a derrota dos portistas. Mas o gozo de apanharem duas bolas nos últimos 5 minutos  compensou. A arrogância paga-se cara. Afinal o campeonato não está entregue...
publicado por vítor às 19:39
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Sábado, 10 de Novembro de 2007

A velhice do homem novo



A propósito da intervenção do estado na nossa livre escolha e nas interferências na nossa saúde em prol de um homem novo, Vasco Pulido Valente no seu melhor,  hoje no Público,

(...) Imagino muitas vezes quem, de facto, quererá um mundo sufocante e asséptico, obcecado com a "saúde"? Gente, como é óbvio, com pouca imaginação. Por mais forte que seja o culto e a idolatria do corpo, a velhice chega. E, com ela, a irrelevância, a obsolescência, a solidão. Esta sociedade de velhos trata muito mal os velhos. A ideia (e a propaganda) de uma adaptação contínua é uma grande e cruel mentira. Os velhos são um embaraço. Um peso que se atura, que se arruma num canto, que se mete num "lar".
Setenta anos de esforço para durar acabam num limbo `a margem da verdadeira vida, quando não acabam no sofrimento e na miséria.
O Ocidente está a criar um inferno. Por bondade, claro."

Na mouche !
publicado por vítor às 22:26
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