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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Um Antropólogo Competente

  Um homem, que pelo que a senhora do café disse, cigano, mijou na casa –de- banho. E onde está o mal pergunta-se?

   Malditos ciganos, não sabia o vento levá-los, guinchou a mulher do café  ( presumo que a dona do estabelecimento, entendendo o café como edifício que alberga efemeramente transeuntes carentes), armada de balde e esfregona farfalhuda.

   Mijou à parede, mesmo ao lado da sanita, nojento! vociferou impiedosamente, colocando uma cara-de-boca-de-cu.

   O homem, provavelmente levado pela ventania, não se encontrava nas redondezas, enquanto a relinchante esfregadora procurava o unânime assentimento dos carentes, efémeros clientes da globalização. Eu, que tudo sei, poderia adiantar que o vi agora mesmo entrar no barbeiro do quarteirão seguinte. Mas que interesse tem isso para agora...

   Depois do árduo trabalho de limpeza da retrete, a senhora empresária sentiu-se aliviada. A sua alteridade reforçara-se. O “nós” consolidara em ritual suspenso e ávido de movimentos de nucas.

   O dia começava a raiar quando o antropólogo entrou no café. Trazia, como sempre que trabalhava no ofício, a pele de outro. Confundia-se com o objecto de estudo. Mimetizava-se de “homo falsus”, para ser levado a sério.

   Sentou-se com a barba de cem dias. Pediu café. E, para agradar aos fregueses, uma aguardente velha. Seguramente mais velha que a sua barba e mais nova que a sua vida. A aguardente é claro. O que nada nos adianta sobre a sua idade. A dos dois é claro. A não ser que ambos tinham mais do que cem dias. O que já antes era óbvio: ninguém, com menos de cem dias, pede uma aguardente e nenhuma aguardente velha que se preze tem menos de cem dias. Que confusão. Quem disse que o caminhante fazia o caminho?! Voltemos ao caminho.

   Tragou primeiro o café com cheirinho e depois, devagar, em pequenos goles a bebida ardente. Socializando-se com gozo. O tempo parou por breves instantes. Só o vento se ouvia inquieto.

   O antropólogo sentia a nova pele aconchegar-se ao "velho" corpo enquanto um prazer intelectual profundo o colocava nos interstícios do tecido social e lhe corrompia a identidade. O tempo, como atrás víramos, parara e era preciso dar-lhe vida. A festa não pode ser eterna. A sociedade é um fluir incessante que não pode parar. Parar, como tão bem Lapalisse frisou, é morrer. Ficar encantado à espera do sapo. Ou do príncipe?

   Esticou o gozo até onde pôde e subitamente levantou-se e pagou. Antes de sair foi ainda à casa-de-banho. Depois, despedindo-se com um claro “até-logo”, entrou no vento e desapareceu rapidamente na direcção do quarteirão seguinte. Alguns fregueses pensaram a medo: que cigano simpático...

  O café entrou no remanso turbilhão (rodando para a direita como sempre acontece no hemisfério norte) da normalidade. As conversas de catação voltaram a escorrer sem fio afrouxando as tensões. Só o vento se ouvia inquieto.

   Mas o tempo, que não é previsível, logo voltou a entrar em turbilhão        ( agora rodopiando para esquerda como sempre acontece, com os turbilhões catastróficos, no hemisfério pobre) gerando uma confusão momentânea na ignorância dos clientes.

    A dona do café, que não era ingénua, tinha ido espreitar à casa-de-banho.

    Malditos ciganos, uivou. Não sabia o vento levá-los, guinchou.

   Alguns fregueses pensaram sem medo: os ciganos são sempre falsos.

   Eu, utilizando as mesmas premissas, cheguei a outras conclusões: nunca se pode confiar num antropólogo enquanto trabalha. E, manuseando outras premissas, diria mesmo: muito menos quando não trabalha.

 

   Seriam umas onze horas, duas horas passadas sobre os dramáticos acontecimentos ocorridos, quando o antropólogo voltou a entrar no dito estabelecimento comercial. Alguns fregueses, especialmente freguesas, seguiram o seu deambular ondulante, pelo café, até à mesa escolhida para pousar. Roupas primaveris e uma cara escanhoada pareciam fazê-lo mais novo. 

Mais novo que certas aguardentes velhas.

   Sentou-se e pediu um café e um queque com passas. Mordiscou o queque enquanto ia bebendo o líquido quente, devagar. Adorava a mistura dos dois. Molhou mesmo o bolo no café.

   O ambiente não se alterou significativamente com a entrada do estranho. Um caixeiro-viajante, pensou uma mulher mais nova, mergulhando em viagens para longe. O vento amainara lá fora.

  O cheiro a mijo ainda não se tinha dissipado completamente apesar da esfregadela profissional. A dona do café estava feliz. A vida corria sem sobressaltos e os momentos eram dentes em roldanas de velho relógio com corda para uma semana.

   Passado um bom bocado, e depois de umas miradas com interesse à telenovela da hora do almoço que corria na televisão, o antropólogo levantou-se, dirigiu-se ao balcão, pagou, foi à casa-de-banho e saiu despedindo-se:” até sempre”. Os fregueses responderam-lhe cordialmente e retomaram a postura de efémeros carentes sem lugar nem futuro.

      O cheiro a mijo tinha aumentado consideravelmente.

   Malditos ciganos.

   A dona do café atribuiu-o ao vento que amainara lá fora.

    

 

 

publicado por vítor às 21:43
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Esta é a madrugada que eu esperava



Uma nêspera

estava na cama
deitada
muito calada
a ver
o que acontecia

chegou a Velha
e disse
olha uma nêspera
e zás comeu-a

é o que acontece
às nêsperas
que ficam deitadas
caladas
a esperar
o que acontece

(de Mário Henrique-Leiria)
sinto-me:
música: E Depois do Adeus
publicado por vítor às 01:17
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Grandes campeões

 

 

Mais um grande campeão!

Num campeonato fascinante, num país de futebol moderno e espectacular,num mundo desportivo  sem influências políticas, sem arbitragens duvidosas, onde a incerteza dos resultados magnetiza, prende arrasta multidões, o Al-Alhy conquista o título, juntando-se a outros papa troféus, faltando ainda 5 jornadas para o fim.

 

O planeta rende-se e pasma! Tetra campeão!

 

A previsibilidade é a característica mais flamejante e mágica em qualquer actividade humana...

 

PS: Manuel José foi dos melhores jogadores que já vi jogar. Nas minhas deslocações ao velhinho e apertado rectângulo de S. Luís, a sua magia regendo o grande Sporting Club Farense, comovia e fazia sonhar o jovem adolescente que eu era

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publicado por vítor às 20:52
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Eles comem tudo e não deixam nada...



Aqui existia uma lagoa. A Lagoa dos Salgados. Uma das mais belos bocados de costa algarvia, entre as martirizadas Albufeira e Armação de Pêra . Junto, uma praia de "bandeira dourada". Apetecível! não.. era. É. Mais um mega empreendimento "ecologicamente sustentável", este ainda pré PIN, turístico para rebentar com o que o atraiu. A beleza do lugar.

Conspurcaram a lagoa e agora para a tornar "um espelho de água", vá de a vazarem completamente,  transformando-a numa desolada pradaria. Ainda por cima sem se darem    ao trabalho de verificar o que é que se passaria com tão drástica intervenção com os "legítimos moradores". Aves, em plena época de nidificação, e outros.

Espera-se que a água volte breve...

PS: A Lagoa da Altura, a Sotavento, também está na lista de espera. O "empreendedor" é o dito presidente do Meu Clube: O Glorioso, O Grande! Mas como não estou muito motivado par abordar estes assuntos nos dias que correm deixarei o assunto para.... o ... a ... a próxima época.
sinto-me:
música: Eles comem tudo e não deixam nada
publicado por vítor às 17:11
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Requiem de Brahms

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publicado por vítor às 23:34
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Domingo, 13 de Abril de 2008

Ballad of a thin man


Resta-me o silêncio envergonhado...
publicado por vítor às 01:05
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Frito Fanecas



A morte envolve-te silenciosamente
só o ventre sobe e desce imperceptível no horizonte
morno da serra lunar

Não sei se se me vim antes
ou se te vieste tu
sei que somos felizes na efémera e cruenta palidez dos dias

O frigorífico arranca na noite
e as cortinas nervosas
balançam nas janelas púdicas

Abandonada num corpo maldito
navegando na corrente embriagada
do plasma seminal
embrulhas-te em sonho num novelo felino

O mundo gira ao contrário
aqui neste buraco sem tempo
frito fanecas no óleo quente das sombras

(alguém me sabe explicar porque é que "pudicas" não leva acento? não é uma palavra esdrúxula?)
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publicado por vítor às 20:06
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Sábado, 5 de Abril de 2008

Mão Morta nas Figuras



Como é que pude falhar o concerto dos Mão Morta, no Teatro das Figuras, em Faro.

Primeira grande falha pós 50 . A senilidade quando chega é para todos.
sinto-me:
publicado por vítor às 23:47
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Um Homicídio Anunciado



Há anos que não dava um chá de caridade. Baixou ligeiramente o som do gira- discos. Ópera. Sentiu uma doce alfinetada a dirigir-se, do tórax, em direcção ao púbis e levantou-se para o vazio. O cérebro recusou-se a elaborar a continuação da vida e estatelou-se, desajeitadamente no tapete persa. A emoção traíra-lhe as cruzes.

Quando, minutos mais tarde, reabriu os olhos, pareceu entender tudo o que entrevira antes. Mãos à obra.

Toda a tarde rabiscou cartões a anunciar uma festa para a semana seguinte. Não faltariam ministros, duques, deputados, chefes de, estrangeirados, primos do 7ºgrau , pintores, músicos e amigos chegados.

Durante a semana o reino andou em frenesim. Não se falava noutra coisa.

A misteriosa senhora contratou os melhores mordomos, coisa que sempre dispensou, para a ocasião solene. Segundo se dizia o mordomo é sempre o culpado, e assim, nada melhor para encobrir o imenso crime que se pressentia no ar.

Chegado o dia fatal a anfitriã deslocou-se ao cabeleireiro, que por sinal não estava convidado, para ajeitar as melenas.

·         Faça-me um penteado de peixe, pediu delicadamente.

·         Goraz ou redfish , perguntou sensibilizado com tamanha honra.

·         Nem uma coisa nem outra, preferiria antes carapau alimado .

·         Com certeza , referiu sem se mostrar magoado, vou-lhe fazer um penteado bem avinagrado.

Às seis da tarde o portão do sumptuoso palácio foi aberto de par em par, deixando entrar aos trambolhões os ilustres convidados que se amontoavam à entrada.

Estava ali reunida a nata do reino. Bebericando, petiscando e convivendo sem pressas, o chá foi decorrendo a contento de todos. Foi então que se anunciou o próprio rei:

·         Cá estou eu sempre alegre e fanfarrão que mesmo sem convite vos venho alegrar o serão! Cantarolou entrando ao ritmo de Strauss.

·         O rei vem nu! Gritou uma criança presente, enquanto era arrastada para as masmorras do palácio.

A multidão de convivas espumava de prazer enquanto a dona da casa recebia S A R , dando qualquer desculpa esfarrapada para o facto de não o ter convidado - como se tudo não tivesse sido premeditado...

O monarca compreendeu e juntou-se a um grupo de pederastas, que bebericando o chá morno, lhe apreciavam o minúsculo apêndice do baixo ventre.

Aproveitando o entretenimento geral, a velha senhora retirou-se um pouco e voltou com a maçã envenenada que tinha preparada para executar o projectado.

O rei, já ligeiramente embriagado, rodava de grupo em grupo animando a festa. Agora divertia, com o seu humor imanente, os amigos chegados. As nalgas reluziam-lhe à luz difusa do candelabro.

Meus senhores e minhas senhoras, interrompeu a velha com a maçã na cabeça ( velho costume do reino ), não queria deixar de aproveitar a presença de S A R sem lhe agradecer a honrosa presença nesta modesta casa. E por isso, nesta ocasião especial em que comemoramos; com este singelo chá de caridade; o nascimento do meu segundo dente do siso, gostaria de oferecer-lhe esta simbólica maçã, colhida na árvore da vida.

Romperam os aplausos na sala enquanto o rei recebia em suas mãos tão valioso presente.

Comovido, avançou para o meio do salão para soltar algumas palavras de agradecimento:

Como sabem, começou enquanto deixava escorrer algumas lágrimas pelos ombros abaixo, a maçã é o brasão da minha família desde tempos imemoráveis e esta está tão apetitosa que , com a vossa licença, não posso deixar de a comer já. O ruído da dentadura cariada do rei penetrando a carne viçosa do fruto da árvore da vida ecoou no salão fazendo vibrar os cristais. À segunda dentada o rei revirou os olhos e tombou no gasto tapete persa: estava consumado o regicídio.

A festa continuou até às tantas e ninguém acusou os mordomos do sucedido. Só alguns, por certo maldosamente, acusaram, sem convicção, o cabeleireiro despeitado.

publicado por vítor às 00:21
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