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Domingo, 29 de Julho de 2007

A destruição ds Budas gigantes do Afeganistão também não mereceu grandes críticas


Este não teria  dificuldade em entrar em qualquer país de Europa...
publicado por vítor às 18:10
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Um dia cinzento de Verão



O maior clube do mundo não pode actuar como os pequeninos. Vender a alma não ajuda a manter a grandiosidade única do Inominável. Hoje é um dos mais tristes dias de 2007!

O que vale é que temos este ano o Coentrão (que raio de nome para futebolista - bem o Figo, mesmo com este nome, foi o maior) que vai arrasar pelas esquerdas.
publicado por vítor às 18:47
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Revolução na Cav(s)erna

Quando fundei este blogue o objectivo era, e está escrito, dar a conhecer alguns escritos que tenho lavrado no duro chão do papel branco. Aliás gritei-o ao mundo cibernético ( sem grande eco mas solenemente) que iria editar um livro de contos, um livro de poemas e, imaginem, um romance. O conjunto de contos a que apelidei "Transeuntes", aí está em linha e é só ir às Tags e carregar na respectiva. Orgulho-me do que lá está postado embora os meus amigos não compreendam lá muito bem. Também não é para compreender. É para perguntar. Para questionar as vidas e o quotidiano de tristezas que nos atravessa e peia. Mas, modéstia à parte , é o melhor que já alguma vez escrevi e  penso que tem qualidade. Quanto ao blivro de poesia, vamos atrasados mas vamos indo. Chegarei certamente a bom porto. Por "Transeuntes", dou a vida. Por "Partículas", apenas as mãos. Quanto ao romance, estamos a escrevê-lo mas... Um romance precisa de tempo, muito tempo, e eu não o tenho. Um conto sai de rompante e o papel só tem de apará-lo. Um poema escreve-se no café. Um romance, pelo que vou constatando, escreve-se numa vida e mesmo assim não estou certo.

Ora a criatura impôs-se ao criador e foi para onde quis, se é que uma obra tem vida própria. Arrepiou caminho pelas políticas, raspou a filosofia e, imaginem, ridicularizou terceiros o que é inadmissível para um blogue que se bate por não incomodar. É pois por isso que dentro em breve irei apresentar um novo editorial da criatura. Urge,  porque este blogue se tornou "espertinho" e "contentinho" e o criador prefere eliminá-lo a ser seu cúmplice nestes trilhos manhosos e burguesóides .

Este é um blogue de um homem só. Só na gestão da máquina, solitário na manipulação dos conteúdos. Assim vai continuar a ser porém a ideologia (se assim podemos falar) vai levar uma volta. Uma grande volta...
música: confusion will be my ephitaf
publicado por vítor às 17:30
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

Suas Altezas em leito púrpura

 Suas Altezas, os príncipes das Astúrias (belas terras),  a contribuir para a subida da natalidade na Ibéria. Juiz espanhol proíbe e manda confiscar as revistas. Será que não gostou da posição dos intervenientes?

Lembram-se dos cartoons dinamarqueses sobre Maomé?

Se fosse aqui no rectângulo-em-pé o que não seria de bradar aos céus!: que já não havia liberdade, que a censura estava aí de lápis azul again , que a liberdade de imprensa estava condenada ( como reagirá Balsemão a isto sendo tão amigo da família real espanhola), que...que...que...

Como seriam recebidos em Espanha uns Gatos Fedorentos a parodiar a família real? Seriam proibidos ? Presos? Com o supra precedente, fico nas dúvidas. Em Portugal, onde parece não haver liberdade, estão na berra e na estação pública. Do estado! Aliás foi nela que mais se gozou com o nosso mais conhecido engenheiro. O, segundo alguns, mandante na dita cuja RTP. Confuso não.

Assim não vais lá José! (o Saramago, é claro).
publicado por vítor às 22:41
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

O homem não tinha escrito há muito a jangada de pedra?



Então,  já não se pode ter direito à opinião livre? Eu, que irracionalmente  detesto tudo o que é castelhano e que me delicio com uma derrota da selecção espanhola com os longínquos checos ou japoneses, não percebo como é que toda a gente cai sobre o homem. Se dissesse que Portugal se iria integrar no Magreb não seria mais esquisito?

Depois admiram-se de termos a direita que temos. Temos?! Ainda existe?
música: Eu tenho dois amores
publicado por vítor às 22:47
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

Três Noites de Verão

Domingo - "Ode Marítima", de Álvaro de Campos, numa produção da Armação do Artista encenada e interpretada por Vítor Correia (actor tavirense dos Artistas Unidos), emerge do Sèqua/Gilão e incendeia Tavira.

Segunda - Carmina Burana no Teatro das Figuras.

Terça - Xutos e Pontapés, no Forum, em Faro.

(trabalho na segunda, trabalho na terça... amanhã veremos)

El Verano me mata!
música: Summer time
publicado por vítor às 01:55
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

Eles comem tudo e não deixam nada

Depois do triângulo mágico da Ponta da Piedade, agora a Levante continua a razia. O Conselho de Ministros aprova o Plano de Urbanização da Meia Praia. Hotéis e mais hotéis e mais hotéis. Estrelas e mais estrelas e mais estrelas. Os celebrizados "índios" da Meia Praia vão ser corridos da praia paradisíaca onde, parece, só podem gozar ricos e poderosos. Vejam só estas pérolas da hipocrisia das bocas de quem devia proteger afincadamente os nossos recursos: "... instrumento de ordenamento fundamental para o município de Lagos, dado a inexistência de plano director municipal (isto parece não preocupar ninguém), e que se integra numa estratégia de desenvolvimento local, visando diversificar (sim Lagos não tem nenhum hotel nem resort à vista) e elevar (em altura?) o nível da oferta turística..." - documento do Conselho de Ministros. "... esta decisão representa a conclusão de um longo processo e o início de uma nova e boa fase para Lagos." - disse à Lusa o presidente da Câmara de Lagos, Júlio Barroso. Haja esperança: Os moradores da aldeia da Meia Praia (situada, para quem não conhece, na mais espantosa baía de Portugal e profundamente ligada aos primeiros tempos da saga dos "Descobrimentos"), prometem resistir à deslocalização brutal e "lutar para ficar a morar nos terrenos adquiridos legalmente." Nesta luta de Golias contra David já sabemos quem vais levar a melhor. A não ser... Tudo o que diz respeito à cidade de Lagos me faz eriçar os pêlos. Lá vivi dos melhores tempos de Verão da minha adolescência e lá, por opção, iniciei a minha carreira profissional. por isso tudo o que contribui para a desumanização e destruição da cidade me revolta profundamente.
música: ìndios da Meia Praia
publicado por vítor às 18:05
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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Alfama ou um Vieira da Silva?



A ruína do espaço urbano na Alfama dos nossos dias. Visto assim é lindo. Quando chegamos perto é que nos apercebemos dos dramas humanos que se vivem nos velhos bairros de Lisboa.
( foto roubada ao Arrastão)
publicado por vítor às 21:39
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Este é o meu mundo

Ontem fui a um funeral. Quando era novo não ia a funerais. Toda a gente que morria me era distante e, mesmo os falecidos da minha aldeia, vagamente conhecidos. Lembro-me de só ter ido aos funerais dos meus avós e de um amigo colega de turma do quinto ano (quinto antigo). Aliás minto! Fui, como todos os rapazolas da aldeia, a alguns funerais de soldados mortos na Guerra Colonial. Nem os conhecíamos. Só lá aparecíamos para ver as salvas de honra (?) em memória dos, por certo pensávamos nós, heróicos lutadores e para colhermos as cápsulas que saltavam das G3, que depois utilizávamos nas nossas guerra particulares. Ainda hoje estou a ver os caixões, devidamente selados, ladeados por garbosos soldados que, metralhadoras apontadas ao ar, disparavam em honra dos

“ mártires da pátria” enquanto as cápsulas das balas(?) saltavam em todas as direcções.

 

Depois, à medida que fui envelhecendo e entrando naquela que apelidam de “meia idade”, comecei a reparar que os falecidos cada vez me eram mais próximos e  mais queridos. Comecei a “acompanhar até à última morada” alguns. Como acompanhava a minha mãe nestes pequenos cortejos, a conversa, o caminhar conjunto e a companhia, qual saliva canina de Pavlov, começou a ronronar-me docemente no cérebro. O encontro com velhos amigos que não via há muito e até umas cervejolas que bebíamos no final do ritual, também era gratificante. E cá estou eu um regular frequentador de funerais. Não tanto como o Presidente da Câmara e da Freguesia, ou como a maior parte dos  habitantes das aldeias da zona, mas não falhando um cortejo em que um amigo ou pessoa que me toque o coração, seja o “corpo”.

 

Assim foi ontem. O Francisco era um velho pescador que, não obstante a diferença de idades (20 anos) sempre tratei por tu. Desde menino que o fazia sem a menor exitação. O Francisco morreu anteontem. De cancro galopante. Felizmente, que esta ceifeira costuma alongar o sofrimento até aos píncaros da humilhação corpórea. Para ele e para todos, que eram todos, os que tinham a honra e o orgulho de o ter como amigo. Nunca casara e vivia com uma irmã também solteirona. De um humor corrosivo, quando deixava os amigos, depois de umas noites de copos, dizia que tinha que ir pois  o marido estava à espera. O marido era a irmã, está bem claro de ver. Homem do mar, com  profundas rugas cavadas na face e a cor dos homens das ondas, era muitas vezes escolhido como modelo de pintores que vagabundeavam nas margens da Ria Formosa. As suas histórias, quase sempre as mesmas, eram infindáveis. Nasceu numa casa  junto às águas e na mesma deixou de respirar. Quando, por velhice e crise das pescas, se tornou um “mestre de terra”, passava a maior parte dos seus longos dias sentado na marginal de Cabanas olhando os aspectos dos tempos: dos ventos e do mar. Adivinhava os “Levantes” e quando acalmariam as investidas irregulares do “Norte”. Adorava conversar e mesmo com o seu humor difícil, não se lhe conheciam inimigos.

 

Ontem, quando subia a íngreme ladeira que nos leva da igreja ao cemitério ( a minha mãe desta vez não aguentou toda a subida, os 40 graus à sombra não aconselhavam brincadeiras), ia ouvindo as suas histórias sobre os homens do mar, sobre os barcos, a pesca e o tempo. Cá atrás no pelotão ia revendo os homens e mulheres que comigo subiam a ladeira. Conhecia-os a todos. Talvez não me lembrasse já dos nomes de muitos. Uns que tinham andado na escola comigo, outros com quem tinha jogado à bola, com outros tinha calcorreado os bailes da vizinhança, com algumas tinha namoriscado. Dos  mais velhos tinha aprendido a ir vivendo, com as suas histórias e conselhos. Vi também que os pescadores, a maioria dos acompanhantes, já não usam as conhecidas camisas aos quadros. Será que é por ser Verão e estas serem de flanela? Reparei também, e pude compará-lo com os não pescadores, que não havia pescadores gordos. Todos secos e rugosos. O padre, velhinho e doente, também era um meu velho conhecido. Foi o primeiro a ter televisão na aldeia e onde se juntava todo o povo em ocasiões especiais tipo Festival da Canção. Foi até meu professor de História algures no tempo. Todos a evidenciar o fluir do tempo. Menos cabelo, mais curvados, mais ornamentados de óculos, menos dentes e os problemas de saúde de pobres e velhos. É sempre uma alegria ver o Rui, meu ídolo, que defendia as balizas  da terra ainda aos 40 e muitos, com o cabelo todo branco e com o aspecto de um velhinho simpático, ou, ainda no futebol, o Juanico, dos grandes defesas centrais de Tavira (com quem ainda tive a felicidade de jogar) a arrastar-se encosta acima para levar um amigo até ao fim. Ao fim do bio, não do ser. Esse resistirá enquanto os que o seguem cá andarem. O Zé Armindo, o maior armador aos pássaros do Universo, com uns óculos fundo de garrafa que não lhe permitem distinguir uma cegonha de uma lambreta. E para terminar a olhadela pelos amigos de sempre, deixem-me dizer-vos que ali vem o mestre Mário, pai do meu amigo Mário. É uma sombra do homem alegre que sempre foi. Arrastando-se com dificuldade à entrada do cemitério, faz-me vir, finalmente as lágrimas aos olhos. Quantas gargalhadas em conjunto, as pescarias, as petiscadas… A velhice é terrível e só se aproveitam a beleza dos rostos e as recordações de outrora. Era bom que me convencesse que era de outra forma porque caminho para lá. Mas não tenho ilusões este fim não é como no filmes americanos. Só nos resta o acompanhamento dos amigos. Na vida a e na morte.

 

Esta é a minha gente. Eu pertenço a este mundo onde cresci e aprendi tudo o que sei. O Francisco continua a ser um dos meus. Do nossos!

 

 

 

 

publicado por vítor às 02:13
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

A Amizade é Eterna!

Este é o primeiro galardão "Cativa" a atribuir a quem contribua de forma marcante para o bem estar das pessoas. O Jorge merece! A sua vida tem sido construída como um projecto alargado de felicidade para todos. um abraço!
música: A óbvia...
publicado por vítor às 14:39
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