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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

última dissolvência

 

 

 

 

ela sorriu transportando a paisagem

que reforça o intervalo entre o fim e o

princípio num lago de nudez abreviada

sorriu e chamou a pertença consagrada

nos limites, parceria indisponível transcrita

no lugar, dúvida importada, preconceito inicial.

 

O escuro manso dissolveu a responsabilidade

em escaramuças militantes, entendimentos da viagem

desvalorizada, última dissolvência impaciente

perdendo o consenso na distância coreográfica.

 

o sorriso da mulher que percorre o olhar

ingrato da única vitória dos abstencionistas

curiosos, maioria significando a aposta

nas flores, diz-nos da crueza do obstáculo,

da dor na noite recuperada da berma do caminho,

legitimidade do pesadelo indocumentado,

metade da dor marginal, sorriso do poder

que se eleva nas faenas do sexo consumidor

dos corpos raivosos e sectários,

discurso ressentido e parcial.

 

A atenção do outro não reflete o estado

de embriaguez vazia que conduz

a relativização da evidência, transformação do novo

interpretando a inocente figura que emana

do sorriso absoluto.

 

gere a desorientação responsável pelo ruído

da alma vestida de palhaço incompleto,

reduz o exemplo da hierofânica verdade dissoluta

no lodo evidente, sonsura dominante nas cicatrizes

do calor, da insânia sedimentada nos ritos

do calendário social que alguém parodiou

no equilíbrio sem paixão dos convertidos, explicação

corrosiva no pó que se eleva nos atalhos

petrificados da memória.

 

ela sabe como podar as ideias

que se desprendem do oculto sabor a derrota,

mutilar o chão onde navegamos à vista

e contendemos com os ossos que se erguem do tempo.

 

ela é um implante na paralisia do medo,

na arte de inventar placebos, paixão

na imensidão do caos.

 

sorri e não colhe. As manadas assentam

os cascos na  viscosa película dos afectos.

 

MG 25/1/11

publicado por vítor às 10:41
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1 comentário:
De alebarros a 18 de Fevereiro de 2011 às 12:17
SER MULHER



Ah, ser mulher!

Ser mulher é ver o mundo com doçura,
É admirar a beleza da vida com romantismo.
É desejar o indesejável.
É buscar o impossível.

O poder de uma mulher está em seu instinto
Porque a mulher tem o dom de ter um filho,
E cuidar de vários outros filhos que não são seus.

Ah, as mulheres!
Ainda que sensíveis
Mulheres conseguem ser extremamente fortes
Mesmo quando todos pensam que não há mais forças.

Mulheres cuidam de feridas e feridos
E sabem que um beijo e um abraço
Podem salvar uma vida,
Ou curar um coração partido.

Mulheres são vaidosas,
Mas não deixam que suas vaidades
Suplantem seus ideais.

Muitas mulheres mudaram o rumo
E a história da humanidade
Transformando o mundo
Em um lugar melhor.

A mulher tem a graça de tornar a vida alegre e colorida,
E ela pode fazer tudo isto quantas vezes quiser
Ser mulher é gostar de ser mulher
E ser indiscutivelmente feliz
E orgulhosa por isso.

- Brunna Paese -

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